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Coluna de Beleza

LABORATÓRIO MUNDIAL DA BELEZA. SERÁ?

7/5/2013
Autor: Nilma Raquel
Fonte: http://madame.lefigaro.fr/beaute/bresil-laboratoire-mondial-de-beaute-110413-378210

Um artigo recente do jornal francês Le Figaro (quem quiser ler o original em francês está no link http://madame.lefigaro.fr/beaute/bresil-laboratoire-mondial-de-beaute-110413-378210) colocou o Brasil como o centro da beleza mundial, por excelência. Não apenas por ter a mulher mais bonita do mundo, Gisele Bündchen (na opinião deles. E você, concorda?), como por termos a Floresta Amazônica, um celeiro de vegetais, muitos ainda desconhecidos ou inexplorados e que podem vir a ser utilizados futuramente em novos produtos da indústria cosmética. E destaca o crescimento das marcas 100% nacionais, como Granado – que eu adoro! – Natura e Amazônia Viva. Além disso, o artigo aponta um fato que vem deixando muita gente pelo mundo impressionada: o espantoso crescimento do consumo de artigos de beleza no país. Segundo dados da Hair Brasil, a maior feira nacional do setor que aconteceu há pouco em São Paulo, o Brasil é atualmente o 3º maior mercado mundial no consumo de produtos de beleza, atrás somente de Estados Unidos e Japão. Segundo alguns analistas, rumamos para o segundo lugar em breve. E na área de cabelos o Brasil já é o 2º maior mercado do mundo. Em 2012, a indústria brasileira de produtos de beleza, cosméticos e higiene pessoal registrou US$ 42 bilhões em vendas ao consumidor. O número é espantoso, não é?


Photo Mario Testino pour Chanel

Photo Mario Testino pour Chanel


Voltando à matéria do Le Figaro, a avaliação é de que uma boa parte desse consumo seria porque há uma diversidade étnica muito grande no país, o que favorece o desenvolvimento de uma variedade grande de produtos e uma gama enorme de tratamentos e cuidados específicos para diferentes tipos de pele e cabelo. Você já parou para pensar nisso? Ou já reparou, em alguma viagem ao exterior, que, apesar de encontrar muitos produtos diferentes e bacanas, a diversidade de opções de tratamento nem sempre é tão grande quanto a nossa?
É o caso de uma base. Muitas vezes, quando a gente procura uma tonalidade de base ou pó produzida no exterior, nem sempre há um tom que casa direitinho com a gente, que é brasileira. Eu sou um exemplo: por ter uma mistura danada de nacionalidades, tenho a pele meio amarelada. E sempre tive mais facilidade de encontrar o tom certo entre produtos nacionais, como da Natura ou da Avon.Esta é uma preocupação das marcas internacionais, que de bobas não têm nada. A Chanel, por exemplo, tenta colocar toda a tecnologia e pesquisa possível na sua linha mais recente dos pós Les Beiges (que só devem chegar ao Brasil no segundo semestre) justamente por entender que quanto mais natural o efeito em uma pele, sem “cor” ou “brilho” demais, melhor. Isso quer dizer que eles querem, sim se adaptar às peles das asiáticas e às nossas, que somos grandes consumidores e um mercado incrível em potencial.


Chanel

Chanel



Chanel

Chanel


E pra encerrar, falando em base, pó e Chanel, quero deixar vocês com este vídeo lindo produzido pela revista AnOther em parceria com a Chanel. Olha que delicadeza...


http://www.anothermag.com/current/view/2656/Chanel_Les_Beiges

Chanel Les Beiges




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